Efeitos de subdoses de glyphosate em plantas jovens de seringueira (Hevea brasiliensis Aubl.)

Autores

  • Carla Caroline Magalhães Farias UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta
  • Rubens Marques Rondon Neto UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta
  • Oscar Mitsuo Yamashita UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta
  • Cyntia Beatriz Magalhães Farias UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v11i1.116

Palavras-chave:

Glifosato, fitotoxidade, área degradada, deriva

Resumo

O presente trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos fitotóxicos de subdoses de glyphosate em plantas jovens de seringueira (Hevea brasiliensis Aubl.). Um ano após o plantio das mudas, foram testadas três subdosagens de glyphosate, sendo: T1 86,4; T2 172,8 e T3 345,6 g e.a ha-1, e T4 testemunha sem aplicação. Aos 7, 14, 21, 28 e 180 dias após a aplicação (DAA) do herbicida foram atribuídas notas para fitotoxicidade visual, sendo que na última avaliação foram feitas as medições do incremento em altura e diâmetro do tronco das plantas. A subdosagem de glyphosate em H. brasiliensis causou danos na dosagem de 345,6 g i.a ha-1, reduzindo o desenvolvimento das plantas em altura e diâmetro, no entanto, houve recuperação no crescimento dessas plantas, observado aos 180 dias após a aplicação do herbicida.

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Biografia do Autor

Carla Caroline Magalhães Farias, UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta

Acadêmica do curso de graduação em Engenharia Florestal da UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta.

Rubens Marques Rondon Neto, UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta

Graduado em Engenharia Florestal e doutor em Ciências Florestais - área de concentração Silvicultura. No ensino e pesquisa atua nas seguintes áreas: produção de sementes e mudas florestais, recuperação de áreas degradadas, reflorestamento c/ espécies nativas e exóticas.

Oscar Mitsuo Yamashita, UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta

Graduado em Agronomia e doutor em Fitotecnis, atuando no ensino e pesquisa atua nas seguintes áreas: controle de lantas daninhas e herbicidas.

Cyntia Beatriz Magalhães Farias, UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta

Acadêmica do curso de graduação em Agronomia da UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta.

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Publicado

2012-04-10

Edição

Seção

Comunicação Científica