Desempenho de herbicidas utilizados no algodoeiro para o controle de Amaranthus

Autores

  • Guilherme Braga Pereira Braz Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Jamil Constantin Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Rubem Silvério Oliveira Júnior Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Antonio Mendes Oliveira Neto Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Hugo Almeida Dan Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Naiara Guerra Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Alessandra Constantin Francischini Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Talita Mayara Campos Jumes Universidade Estadual de Maringá (UEM)

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v11i1.159

Palavras-chave:

Caruru-rasteiro, caruru-roxo, Gossypium hirsutum L., algodoeiro LL®, algodoeiro RR®, mistura em tanque

Resumo

Algumas espécies do gênero Amaranthus encontram-se amplamente distribuídas em lavouras de algodão, sendo que nos últimos anos o controle químico tem sido ineficiente para o manejo dessas plantas daninhas. Com o intuito de buscar alternativas eficazes no manejo destas plantas daninhas foi instalado o presente trabalho. Foram conduzidos quatro experimentos em casa-de-vegetação sendo dois para cada espécie avaliada (A. lividus e hybridus), variando-se entre eles o estádio de aplicação (2 a 4 e 4 a 6 folhas verdadeiras). O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com quatro repetições, avaliando-se 21 tratamentos herbicidas, além de uma testemunha sem controle químico. Os tratamentos foram compostos pela aplicação isolada e em mistura dos herbicidas pyrithiobac-sodium, amonio-glufosinate, glyphosate e trifloxysulfuron-sodium em diferentes doses. Foi avaliado a porcentagem de controle aos 7 e 28 dias após a aplicação dos tratamentos (DAA). O pyrithiobac em dosagens superiores a 28 g ha-1 foi eficaz sobre estas espécies, em plantas de 2 a 4 folhas. A aplicação isolada de glufosinate e glyphosate apresentaram-se como boa alternativa para o controle destas plantas daninhas. Em aplicações precoces (2 a 4 folhas), a adoção da mistura entre trifloxysulfuron e pyrithiobac é benéfica. O glyphosate aplicado em mistura com pyrithiobac não teve seu desempenho comprometido. A associação entre pyrithiobac e glufosinate propicia melhoria no controle de A. lividus e hybridus.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Guilherme Braga Pereira Braz, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM/NAPD), Av. Colombo 5790, 87020-900, Maringá, PR. Email: <guilhermebrag@gmail.com>

Jamil Constantin, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Professores do Departamento de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Rubem Silvério Oliveira Júnior, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Professores do Departamento de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Antonio Mendes Oliveira Neto, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Alunos do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Hugo Almeida Dan, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Alunos do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Naiara Guerra, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Alunos do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Alessandra Constantin Francischini, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Alunos do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Talita Mayara Campos Jumes, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Acadêmica do curso de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Downloads

Publicado

2012-04-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas