Aplicação foliar de manganês em soja geneticamente modificada submetida a doses de glyphosate

Autores

  • Adam Fenner Universidade do Estado de Mato Grosso
  • William Fenner Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Ricardo Shigueru Okumura Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Daiane de Cinque Mariano Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Rivanildo Dallacort Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Mariana Batistti Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Gleberson Guillen Piccinin Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v11i3.185

Palavras-chave:

deficiência induzida, interação, desenvolvimento, herbicida

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da aplicação de glyphosate na soja Roundup Ready® e a produtividade em diferentes doses de manganês aplicado via foliar. O experimento foi realizado na safra 2011/12 no município de Nova Maringá – MT com delineamento experimental de blocos ao acaso, em esquema fatorial 3 x 4, com quatro repetições. Foram utilizadas três doses de glyphosate (0,0; 0,972 e 1,620 kg i.a. ha-1) e quatro doses de manganês (0,0; 0,350; 0,700 e 1,050 kg ha-1). O glyphosate foi aplicado no estádio fenológico V2 da cultura e as doses de manganês em estádio V8. Os parâmetros analisados foram altura de planta, altura de inserção da primeira vagem, fitomassa verde, fitomassa seca, número de vagens por planta, massa de 1000 grãos e produtividade de grãos. Para altura de inserção da primeira vagem, altura de plantas, massa de 1000 grãos e produtividade de grãos a aplicação de glyphosate e manganês não ocasionaram efeitos expressivos no desenvolvimento da cultivar de soja TMG 133 RR. Os tratamentos com glyphosate e manganês e a interação deles não proporcionaram incrementos de produtividade de grãos na cultivar TMG 133 RR.

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Biografia do Autor

Ricardo Shigueru Okumura, Universidade do Estado de Mato Grosso

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual de Londrina (2006), mestrado em Agronomia pela Universidade Estadual de Londrina (2009) e doutorado em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá (2012). Atualmente é professor interino da Universidade do Estado de Mato Grosso.

Daiane de Cinque Mariano, Universidade do Estado de Mato Grosso

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2006). Mestrado em Agronomia, área de concentração Produção Vegetal e dissertação com ênfase em Águas residuárias - UEM (2009). Doutoranda em Agronomia, área de concentração Produção Vegetal - UEM e Docente da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT.

Rivanildo Dallacort, Universidade do Estado de Mato Grosso

Atualmente atua como Coordenador do Mestrado em Ambiente e Sistemas de Produção Agrícola - PPGAT; Coordenador do Centro de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto Aplicado a Produção de Biodiesel - CETEGEO, UNEMAT, Campus Universitário de Tangará da Serra Professor Adjunto no Departamento de Agronomia da Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Universitário de Tangará da Serra. Atuante na área de Engenharia Agrícola, atuando principalmente nos seguintes temas: Agrometeorologia, Solos, Irrigação, Recursos hídricos, Meio Ambiente, Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.

Gleberson Guillen Piccinin, Universidade Estadual de Maringá

Formado em Engenharia Agrônomica pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2009), Mestrado em Agronomia na área de concentração em Produção Vegetal com experiência em Tecnologia e Produção de Sementes.

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Publicado

2012-12-10

Edição

Seção

Fisiologia e bioquímica de herbicidas