Redução do espaçamento entrelinhas do milho e sua influência na dose do herbicida

Autores

  • André da Rosa Ulguim Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas
  • Lais Tessari Perboni Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas
  • Nixon da Rosa Westendorff Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas
  • Marcos André Nohatto Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas
  • Bruno Moncks da Silva Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas
  • Dirceu Agostinetto Faculdade de Agronomia Eliseu MacielUniversidade Federal de Pelotas

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v12i3.210

Palavras-chave:

Tembotriona, mesotriona, Urochloa plantaginea, Raphanus raphanistrum

Resumo

A integração de práticas de manejo como ferramenta auxiliar no controle químico de plantas daninhas, em pós-emergência na cultura do milho (Zea mays L.), pode propiciar a redução da dose do herbicida a ser aplicado. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi estudar, por meio de alterações no espaçamento, a possibilidade de redução das doses recomendadas dos herbicidas tembotriona e mesotriona, sem prejudicar o controle das plantas daninhas e a produtividade da cultura do milho. O experimento foi realizado em delineamento em blocos casualizados em esquema de parcelas sub-subdivididas, com quatro repetições. Como tratamentos utilizaram-se dois espaçamentos entrelinhas (0,40 e 0,80 m); dois herbicidas (tembotriona - 100 g i.a. ha-1 e mesotriona - 192 g i.a. ha-1); e, quatro doses dos herbicidas (100, 80, 60 e 0% a dose recomendada). Avaliaram-se visualmente a fitotoxicidade à cultura e controle de nabo (Raphanus raphanistrum L.) e papuã [Urochloa plantaginea (Link) Hitchc.], aos 7, 14, 21 e 28 dias após a aplicação dos tratamentos, bem como o número de plantas por parcela, espigas por planta, massa de mil grãos e produtividade. Os resultados evidenciaram que o espaçamento não interferiu no controle de nabo e papuã e na produtividade do milho. O herbicida mesotriona foi mais eficiente no controle de nabo e o tembotriona de papuã, possibilitando utilizar 80% da dose recomendada de ambos sem afetar o controle de plantas daninhas e a produtividade da cultura.

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Biografia do Autor

André da Rosa Ulguim, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas

Engenheiro Agrônomo, Mestre em Fitossanidade, aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade.

 

Lais Tessari Perboni, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas

Engenheira Agrônoma, aluna de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade.

 

Nixon da Rosa Westendorff, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas

Engenheiro Agrônomo, Aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade.

Marcos André Nohatto, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas

Engenheiro Agrônomo, Aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade.

Bruno Moncks da Silva, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Universidade Federal de Pelotas

Aluno de graduação da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel.

Dirceu Agostinetto, Faculdade de Agronomia Eliseu MacielUniversidade Federal de Pelotas

Engenheiro Agrônomo

Doutor em Fitotecnia

Professor da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel

Universidade Federal de Pelotas

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Publicado

2013-12-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas