O milho RR2 e o glyphosate: Uma revisão

Autores

  • Alfredo Junior Paiola Albrecht Universidade Federal do Paraná - UFPR - Campus Palotina
  • Leandro Paiola Albrecht Universidade Federal do Paraná - UFPR - Campus Palotina
  • Arthur Arrobas Martins Barroso Universidade Estadual Palista "Julio de Mesquita Filho" UNESP - Câmpus Jaboticabal - Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias
  • Ricardo Victória Filho Universidade de São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" - USP/ESALQ

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v13i1.279

Palavras-chave:

Zea mays, herbicida, culturas transgênicas, plantas daninhas, EPSPs

Resumo

Os benefícios resultantes da tecnologia Roundup Ready são expressivos, e a aceitação desta tecnologia pelos produtores rurais é inegável, dando suporte para o rápido crescimento das áreas de milho RR2. Ao mesmo tempo resultados de pesquisas recentes indicam que o glyphosate aplicado em pós-emergência, em milho RR2, pode, em algumas situações, causar danos ao desenvolvimento das plantas. Porém, persistem muitas especulações e dúvidas que precisam ser melhores elucidadas, no âmbito científico e técnico. Em virtude deste fato, faz-se necessária a busca de informações que permitam diagnosticar as reais consequências do uso do glyphosate nesta cultura. E assim, fomentar o posicionamento mais seguro e sustentável desta nova tecnologia, proporcionando aos agricultores benefícios relacionados ao manejo adequado de plantas daninhas nos diversos agroecossistemas.

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Biografia do Autor

Alfredo Junior Paiola Albrecht, Universidade Federal do Paraná - UFPR - Campus Palotina

Mestre (M.Sc.- 2014) em Ciências (área de concentração: Fitotecnia) pela Universidade de São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (USP-ESALQ) e Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2007-2011). Cresceu no campo, e foi agricultor (2006-2010). Participa ativamente de Pesquisas e Projetos vinculados a área de Fitotecnia/Agricultura, desde 2007, trabalhando em sistemas envolvendo Grandes Culturas Anuais (com ênfase no estudo da Ciência das Plantas Daninhas e Tecnologia e Produção de Sementes), sempre buscando a sustentabilidade nos agroecossistemas. Foi bolsista durante praticamente toda graduação, devido atuação como monitor, participação em projetos de desenvolvimento e principalmente em projetos de pesquisa (iniciação científica). Foi integrante da equipe que conduziu o projeto Lavouras do Brasil, promovido pelo Canal Rural, na safra 2009/2010; no segundo semestre de 2010 participou de um programa de intercâmbio estudantil na Universidad Nacional de Tucumán, na Argentina. É membro da Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (desde 2009), e também da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (desde 2011). Participa do Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas (PECEGE), atuando em orientações de alunos, bancas e eventos na USP/ESALQ. É Professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Setor Palotina, Departamento de Ciências Agronômicas, Curso de Agronomia, na área de Fitotecnia (Ciência das Plantas Daninhas e Tecnologia e Produção de Sementes). Atualmente é Acadêmico de Doutorado em Fitotecnia (USP-ESALQ), e também cursa MBA em Agronegócios na mesma instituição.

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Publicado

2014-04-10

Edição

Seção

Revisão de Literatura