INFLUÊNCIA DA CONVIVÊNCIA DO CAPIM-AMARGOSO NA QUALIDADE DE SEMENTES DE SOJA

Autores

  • Iara Martins de Paula Universidade de Rio Verde.
  • Guilherme Braga Pereira Braz Universidade de Rio Verde - UniRV
  • Rafael Romero Mendes Universidade Estadual de Maringá.
  • Alan Bruno Caneppele Universidade de Rio Verde.
  • Alessandro Guerra da Silva Universidade de Rio Verde.
  • Aline Guimarães Cruvinel

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v19i1.696

Palavras-chave:

Digitaria insularis, Glycine max, Interferência, Produção de sementes

Resumo

A infestação de capim-amargoso (Digitaria insularis) é responsável por grande parte dasperdas de produtividade em lavouras de soja (Glycine max). Entretanto, pouco se temestudado sobre a interferência desta espécie na produção de grãos para sementes. O objetivodeste estudo foi avaliar a interferência de capim-amargoso sobre a qualidade de sementes desoja. Um experimento foi instalado para estudar cinco densidades de capim-amargoso (0, 2,4, 6 e 8 plantas m-2) em duas cultivares (Garra IPRO® e ST797 IPRO®). Os danos na maiordensidade avaliada (8 plantas m-2) foram de perda de 16% no número de sementes normais,32% a mais de sementes mortas e 16% de perda na germinação para a cultivar ST797IPRO®. A cultivar Garra IPRO® não apresentou diferenças nestas variáveis, sugerindomelhor habilidade competitiva em relação a cultivar ST797 IPRO®. Quanto maior ainfestação de capim-amargoso na soja, maiores as chances de perda na qualidade desementes. O nível de dano às sementes pela presença de capim-amargoso depende dahabilidade competitiva de cada cultivar.

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Biografia do Autor

Iara Martins de Paula, Universidade de Rio Verde.

Engenheira Agrônoma formada pela Universidade de Rio Verde.

Rafael Romero Mendes, Universidade Estadual de Maringá.

Doutorando na Universidade Estadual de Maringá.

Alan Bruno Caneppele, Universidade de Rio Verde.

Acadêmico de graduação em Agronomia na Universidade de Rio Verde.

Alessandro Guerra da Silva, Universidade de Rio Verde.

Professor na Universidade de Rio Verde.

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Publicado

2020-08-03

Edição

Seção

Comunicação Científica