INTERFERÊNCIA E NÍVEL DE DANO ECÔNÔMICO DE AZEVÉM NA CULTURA DO CENTEIO

Authors

  • Leandro Galon Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS-RS)
  • Juliane Cervi Portes Aluna de Agronomia da UFFS
  • Leticia Bampi Aluna de Agronomia da UFFS
  • Leonardo Brunetto Aluno do PPGCTA da UFFS
  • Camila Viadeski de Oliveira Aluna de Agronomia da UFFS
  • Vinicius Soligo Aluno de Agronomia da UFFS
  • Sabrina Camila Pigatto Aluna de Agronomia da UFFS
  • Gismael Francisco Perin Professor da UFFS, Campus Erechim

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v23i2.847

Keywords:

Secale cereale, Lolium multiflorum, Interação competitiva

Abstract

RESUMO

Introdução: Na ecologia de plantas, ocorre competição quando uma ou mais espécies utilizam dos recursos limitados e essenciais para o seu crescimento e desenvolvimento. Para o centeio (Secale cereale) uma das plantas daninhas que mais causa perda de produtividade e da qualidade do produto colhido é o azevém (Lolium multiflorum).

Objetivo: testar modelos matemáticos e identificar variáveis explicativas para determinar a habilidade competitiva e o nível de dano econômico (NDE) de azevém na cultura do centeio.

Métodos: O experimento foi instalado a campo, em delineamento completamente casualizado, sendo os tratamentos compostos por genótipos de centeio (BRS Serrano, IPR 89, BRS Progresso e Crioulo) e 12 densidades de azevém em competição com a cultura, saindo de 0 até o máximo de 68 plantas m-2. Avaliou-se aos 30 dias após a emergência das plantas as variáveis, densidades de plantas, área foliar, cobertura de solo e massa seca da parte aérea do azevém.

Resultados: O modelo da hipérbole retangular foi eficiente para estimar as perdas da produtividade de grãos pela infestação de azevém na cultura do centeio. Os genótipos de centeio BRS Serrano e IPR 89 foram os mais e o BRS Progresso e o Crioulo os menos competitivos na presença do azevém. Os genótipos BRS Serrano e IPR 89 apresentaram maior desempenho competitivo e NDE, com valores de 2,28 a 8,23 plantas m-2, respectivamente.

Conclusões: A produtividade de grãos, o preço da saca, a eficiência do herbicida e o custo de controle, causam variação dos valores no NDE.

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Author Biographies

Leandro Galon, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS-RS)

Pós Doutor em Fitotecnia - Universidade Federal de Viçosa, atual professor de Herbologia e de Culturas de verão e de inverno da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim/RS.

Juliane Cervi Portes, Aluna de Agronomia da UFFS

Aluna de Agronomia da UFFS

Leticia Bampi, Aluna de Agronomia da UFFS

Aluna de Agronomia da UFFS

Leonardo Brunetto, Aluno do PPGCTA da UFFS

Aluno do PPGCTA da UFFS

Camila Viadeski de Oliveira, Aluna de Agronomia da UFFS

Aluna de Agronomia da UFFS

Vinicius Soligo, Aluno de Agronomia da UFFS

Aluno de Agronomia da UFFS

Sabrina Camila Pigatto, Aluna de Agronomia da UFFS

Aluna de Agronomia da UFFS

Gismael Francisco Perin, Professor da UFFS, Campus Erechim

Eng. Agr. Dr. Professor da UFFS, Campus Erechim

Published

2025-04-03

Issue

Section

Weed Management