Efeito de herbicidas aplicados na pré-colheita na qualidade fisiológica das sementes de feijão

Autores

  • Luiz Henrique Penckowski
  • M. J. Podolan
  • Ramiro F. Lopez-Ovejero

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v4i2.30

Palavras-chave:

qualidade fisiologia, sementes, herbicidas

Resumo

       Uma das estratégias para melhorar o desempenho da colheita mecanizada é a utilização de dessecantes na pré-colheita. O presente trabalho teve o objetivo de avaliar o efeito de herbicidas aplicados na pré-colheita da cultura de feijão na qualidade das sementes (germinação e vigor), após a colheita e após um período de oito meses de armazenamento. O experimento foi conduzido a campo na Estação Experimental da Fundação ABC (Arapoti, PR), na safra 2001/02. A cultura de feijão, cultivar carioca, foi instalada em sistema de plantio direto. A aplicação dos herbicidas foi realizada quando a cultura apresentava 55% de vagens secas. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com 10 tratamentos e 4 repetições os quais foram (g i.a. ha-1): glufosinato de amônio + ethefon (120 + 100) + Hoefix (0,2%), glufosinato de amônio + ethefon (120 + 100) + Agral (0,1%); glufosinato de amônio + ethefon (240 + 200 e 480 + 400); diquat (300 e 600); glufosinato de amônio (300); paraquat (240); glyphosate (720) e a testemunha sem aplicação. As médias foram comparadas pelo teste da DMS a 5% de probabilidade. Os tratamentos com glufosinato de amônio + etephon (240 + 200 e 480 + 400 g i.a.ha-1), diquat (300 e 600 g i.a.ha-1) e glufosinato de amônio (300 g i.a.ha-1) foram eficientes na dessecação da cultura e não afetaram a germinação e vigor das sementes. O paraquat (240 g i.a.ha-1) e o glyphosate (720 g e.a.ha-1) apresentaram eficácia inferior aos demais tratamentos e afetaram negativamente a germinação. O glyphosate também reduziu o vigor das sementes.

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Publicado

2005-08-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas