ALTERNATIVAS DE MANEJO QUÍMICO DE CAPIM-AMARGOSO NA CULTURA DA SOJA
DOI:
https://doi.org/10.7824/rbh.v18i3.668Palavras-chave:
Digitaria insularis L., Glycine max L., inibidores da ACCase, inibidores do fotossistema I, mimetizadores de auxinaResumo
A resistência de plantas daninhas a herbicidas demanda novas estratégias de manejo químico da comunidade intraespecífica, visto sua capacidade de interferência em sistemas de cultivo. Objetivou-se avaliar a eficácia de inibidores da ACCase aplicados em mistura ou sequencial com o herbicida 2,4-D, como alternativas de controle de capim-amargoso. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com onze tratamentos e quatro repetições, entre 2015 e 2016. Os manejos foram compostos pelos herbicidas cletodim, haloxifope-p-metílico, fenoxaprope-p-etílico, quizalofope-p-etílico e fluazifope-p-butílico em mistura ou sequencial com 2,4-D, além de aplicações de paraquate e dos graminicidas associados ao glyphosate em todos os tratamentos. Foram realizadas avaliações visuais de controle aos 5 dias antes da semeadura (DAS), e com 0; 10; 20; 40; 50 e 65 dias depois da semeadura (DDS) para determinar o controle de capim-amargoso. A aplicação dos herbicidas cletodim e haloxifope-p-metílico em mistura ou sequencial com 2,4-D não diferem no controle das plantas de capim-amargoso. A aplicação dos herbicidas fenoxaprope-p-etílico, quizalofope-p-etílico e fluazifope-p-butílico em sequencial com o herbicida 2,4-D apresentaram maior controle quando comparada com a aplicação dos mesmos em mistura com 2,4-D. O herbicida fluazifope-p-butílico em mistura com 2,4-D não é indicado para o controle de capim-amargoso.







