CONTROLE DE SOJA VOLUNTÁRIA COM HERBICIDAS REGISTRADOS PARA ALGODOEIRO

Autores

  • Giovana Oliveira Takahashi Engenheira Agrônoma graduada pela Universidade de Rio Verde, Rio Verde, Goiás, Brasil.
  • Guilherme Braga Pereira Braz Professor da Faculdade de Agronomia da Universidade de Rio Verde, Rio Verde, Goiás, Brasil.
  • Fellipe Goulart Machado Universidade Estadual de Maringá - UEM
  • Alberto Leão de Lemos Barroso Professor da Faculdade de Agronomia da Universidade de Rio Verde, Rio Verde, Goiás, Brasil.
  • Antônio Jussiê da Silva Solino Professor da Faculdade de Agronomia da Universidade de Rio Verde, Rio Verde, Goiás, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v19i4.707

Palavras-chave:

Glycine max, Gossypium hirsutum, herbicidas em pós-emergência

Resumo

Em parte da região Centro-Oeste do Brasil o algodoeiro tem sido cultivado em segunda
safra, semeado após a colheita de soja. Nestas áreas, tem sido comum a ocorrência de
plantas voluntárias de soja interferindo no desenvolvimento do algodoeiro. Neste sentido, o
objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia de herbicidas aplicados em pós-emergência no
algodoeiro para o controle de soja voluntária contendo diferentes transgenias. Dois
experimentos foram conduzidos em casa de vegetação, utilizando um cultivar de soja com
tecnologia Liberty Link® (LL®), que confere tolerância ao glufosinate, e no outro cultivar
Roundup Ready® (RR®), que possui tolerância ao glyphosate. Em ambos os experimentos
foi utilizado o delineamento de blocos casualizados, em arranjo fatorial 7 x 2, com 4
repetições. O primeiro fator foi constituído por herbicidas registrados para o algodoeiro:
2,4-D, dicamba, glyphosate, pyrithiobac, trifloxysulfuron, S-metolachlor, além de uma
testemunha sem aplicação; enquanto que o segundo fator consistiu da associação ou não
com o glufosinate. Para aferir o desempenho dos tratamentos herbicidas, foram realizadas
avaliações de porcentagem de controle, altura e massa seca de parte aérea das plantas de
soja. Para soja voluntária LL®, dicamba e glyphosate isolados, além da associação de
glufosinate com dicamba, 2,4-D ou glyphosate, consistiram nos tratamentos com maior
eficácia, proporcionando níveis de controle acima de 80,0%. Para a soja RR®, dicamba,
trifloxysulfuron e 2,4-D isolados apresentaram eficácia no controle das plantas voluntárias,
visualizando-se incrementos nos níveis de controle quando se procedeu a adição de
glufosinate à calda de aplicação destes herbicidas.

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Biografia do Autor

Fellipe Goulart Machado, Universidade Estadual de Maringá - UEM

Engenheiro Agrônomo pelo Instituto Federal Goiano - campus Rio Verde (2013), mestre em Produção Vegetal na Universidade de Rio Verde (2015). Atualmente é doutorando em Agronomia na Universidade Estadual de Maringá (UEM) no Núcleo de Estudos Avançados em Ciência das Plantas Daninhas (NAPD).

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Publicado

2020-12-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas