Controle e reinfestação de plantas daninhas com associação de amonio-glufosinate e pyrithiobac-sodium em algodão Liberty Link®

Autores

  • Michel Alex Raimondi Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Rubem Silvério de Oliveira Junior Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Jamil Constantin Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Luiz Henrique Morais Franchini Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Denis Fernando Biffe Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Eder Blainski Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • João Guilherme de Zanetti Arantes Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Ricardo Travasso Raimondi Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Rubem César Staudt Astecplan

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v11i2.178

Palavras-chave:

Atividade residual, Gossypium hirsutum, Bidens pilosa, Euphorbia heterophylla

Resumo

O acompanhamento de áreas cultivadas com variedades de algodoeiro Liberty Link (LL®) no Cerrado brasileiro tem levado a se observar que o amonio-glufosinate isolado não tem proporcionado o controle adequado da comunidade infestante comumente encontrada nestas áreas, fazendo com que haja a necessidade de várias intervenções de controle até o fechamento da cultura. O objetivo deste trabalho foi verificar os benefícios de associar pyrithiobac-sodium a aplicações realizadas com amonio-glufosinate em algodoeiro LL®, para o controle e a redução da reinfestação das plantas daninhas. O experimento foi instalado no município de Chapadão do Sul – MS, empregando a variedade Fiber Max 966 LL®, em espaçamento de 0,90 m entre linhas. As aplicações dos tratamentos foram realizadas aos 15 dias após a emergência da cultura, utilizando a associação entre os herbicidas amonio-glufosinate e pyrithiobac-sodium em diferentes doses, além de um tratamento formado pela mistura entre pyrithiobac-sodium e trifloxysulfuron-sodium. A utilização de amonio-glufosinate isolado não foi eficiente para o controle das plantas daninhas presentes na área. A adição de pyrithiobac-sodium contribui para o controle de espécies como Commelina benghalensis, Amaranthus retroflexus, Ipomoea grandifolia e Euphorbia heterophylla. A atividade residual de pyrithiobac-sodium, principalmente em doses de 42 ou 56 g ha-1, mostrou ser uma excelente opção para o controle residual de Bidens pilosa e Euphorbia heterophylla, o que pode acarretar na redução do número aplicações em pós-emergência da cultura ao longo do seu ciclo.

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Biografia do Autor

Michel Alex Raimondi, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Doutorando em agronomia pela Universidade Estadual de Maringá - Área Proteção de Plantas

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Publicado

2012-08-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas