Avaliação de biótipos de leiteiro com suspeita de resistência a herbicidas inibidores da ALS e Protox

Autores

  • Alana Prigol Acadêmica de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.
  • Leandro Galon Professor da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim/RS, Curso de Agronomia
  • César Tiago Forte Acadêmico de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.
  • Renato Kujawiski Acadêmico de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.
  • Germani Concenço Pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Dourados/MS/BR
  • Michelangelo Muzell Trezzi Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Pato Branco
  • Ricardo Trevisol Acadêmico de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.
  • André Luiz Radünz Bolsista do Programa de desenvolvimento tecnológico e industrial, para centros e laboratórios multiusuários - DTI II da FAPERGS/CAPES/UFFS, Câmpus Erechim/RS.
  • Gismael Francisco Perin Professor da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v13i3.273

Palavras-chave:

Euphorbia heterophylla L., Glycine max, plantas daninhas

Resumo

Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a confirmação da ocorrência de resistência de biótipos de leiteiro, oriundos de Rondônia e do Rio Grandes do Sul a herbicidas com diferentes mecanismos de ação, bem como determinar a dose dos herbicidas necessária para redução de 50% na massa seca das plantas (GR50) e para o controle de 50% das plantas de cada unidade experimental (C50). Para tanto foi instalado um experimento em casa de vegetação, em blocos casualizados, com quatro repetições. Os herbicidas utilizados foram: imazethapyr, chlorimuron-ethyl, cloransulam-methyl, saflufenacil, fomesafen e carfentrazone-ethyl. As doses utilizadas foram: 0; 0,5; 2; 8; 16; 32 e 64 vezes a dose comercial. As variáveis avaliadas foram controle do leiteiro aos 07, 14, 21 e 28 dias após a aplicação dos tratamentos (DAT) e também, aos 28 DAT determinou-se a massa seca das plantas. O biótipo do Rio Grande do Sul mostrou sensibilidade aos herbicidas testados, já o de Rondônia apresentou resistência cruzada aos inibidores de ALS (imazethapyr, chlorimuron e cloransulam) e suscetível aos inibidores de PROTOX (carfentrazone, fomesafen e saflufenacil).

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Alana Prigol, Acadêmica de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.

Acadêmica de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.

Leandro Galon, Professor da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim/RS, Curso de Agronomia

Pós Doutor em Fitotecnia - Universidade Federal de Viçosa, atual professor de Herbologia e de Culturas de verão e de inverno da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim/RS.

César Tiago Forte, Acadêmico de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.

Acadêmico de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.

Renato Kujawiski, Acadêmico de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.

Acadêmico de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.

Germani Concenço, Pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Dourados/MS/BR

Eng. Agr. Dr. em Fitotecnia pelo DFT/UFV, pesquisador de Herbologia da Embrapa Agropecúaria Oeste (CPAO), Dourados/MS/BR

Michelangelo Muzell Trezzi, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Pato Branco

Eng. Agr. Dr. em Fitotecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atual professor do Curso de Agronomia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Pato Branco.

Ricardo Trevisol, Acadêmico de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.

Acadêmico de Agronomia da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Erechim/RS.

André Luiz Radünz, Bolsista do Programa de desenvolvimento tecnológico e industrial, para centros e laboratórios multiusuários - DTI II da FAPERGS/CAPES/UFFS, Câmpus Erechim/RS.

Eng. Agr. Dr. Em Agronomia pela UFPel, atual Bolsista do Programa de desenvolvimento tecnológico e industrial, para centros e laboratórios multiusuários - DTI II da FAPERGS/CAPES/UFFS, Câmpus Erechim/RS.

Gismael Francisco Perin, Professor da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim

Doutor em Engenharia Agricola pela UFSM, atual professor da UFFS, Campus Erechim.

Downloads

Publicado

2014-12-10

Edição

Seção

Resistência de plantas daninhas a herbicidas