Eficácia e seletividade do herbicida propisochlor aplicado em pré e pós-emergência, isolado e em misturas, sobre diferentes híbridos de milho

Autores

  • Marcus Barifouse Matallo
  • Eduardo Antonio Drolhe da Costa
  • Flávio Martins Garcia Blanco
  • Ednei de Conti Macedo
  • Albino Rozanski

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v3i2-3.378

Palavras-chave:

mistura de herbicidas, plantas daninhas, Zea mays

Resumo

Foram realizados dois experimentos de campo para verificar a eficácia do herbicida propisochlor aplicado em pré e pósemergência no controle de plantas daninhas e a seletividade sobre quatro híbridos de milho. Os experimentos foram conduzidos no município de Engenheiro Coelho, SP, com os tratamentos em pré-ernergência aplicados em 25/11/97 e os de pós-emergência em 19/12/97. Utilizou-se o delineamento experimental de parcelas subdivididas em blocos ao acaso, com arranjo sistemático das parcelas principais (culti vares), com quatro repetições e os seguintes tratamentos: propisochlor (nas doses de 1008, 1080 e 1152 g/ha, propisochlor/atrazine (a 1008/1400, 1080/1400 e 1152/1400 g/ha), propisochlor +terbutylazine (a 1008+ 1800, 1080+ 1800 e 1152+ 1800 g/ha), acetochlor (2688 g/ha), metolachlor (1250 g/ha), atrazine (3500 g/ha), terbutylazine (3000 g/ha), uma testemunha sem capina e outra capinada para as avaliações de controle e seletividade, respectivamente. Os resultados demonstraram que O herbicida propisochlor isolado, ou em mistura com atrazine ou terbutylazine, controlou eficientemente as espécies Brachiaria plantaginea, Digitaria horizontalis, Eleusine indica, Amaranthus viridis e Bidens pilosa, até 45 dias após sua aplicação em pré-emergência das ervas. A espécie Brachiaria decumbens apresentou níveis de controle eficientes somente quando O propisochlor foi aplicado em mistura com atrazine ou terbutylazine. Aplicado em pós-emergência, os níveis de controle de propisochlor isolado ou em mistura com os demais herbicidas foram insuficientes. Não foram observados sintomas visuais de injúrias nem redução significativa no rendimento dos híbridos C-444, C-505, C-901 e C-909 por ação tóxica do propisochlor, tanto isoladamente como em mistura formulada com atrazine ou em tanque com terbutylazine.

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Publicado

2002-12-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas