Influência da matéria orgânica na fitorremediação de solo contaminado com sulfentrazone

Autores

  • Evelyn Trevisan Universidade Federal do Espírito Santo
  • Alessandra Ferreira Belo Universidade Federal do Espírito Santo
  • Fábio Ribeiro Pires Universidade Federal do Espírito Santo
  • Robson Bonomo Universidade Federal do Espírito Santo
  • Douglas Gomes Viana Universidade Federal do Espírito Santo
  • Fernando Barboza Egreja Filho Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v15i4.495

Palavras-chave:

Canavalia ensiformis, composto orgânico, cromatografia, descontaminação do solo, herbicida

Resumo

A matéria orgânica exerce influência nos atributos químicos, físicos e biológicos do solo e também pode influenciar na taxa de degradação e sorção de herbicidas. Objetivou-se avaliar o efeito da adição de composto orgânico ao solo sobre a capacidade da Canavalia ensiformis (L.) (feijão-de-porco) em remediar solo contaminado com sulfentrazone. O trabalho foi conduzido em duas etapas, na primeira, os tratamentos foram compostos pela combinação de quatro níveis de composto orgânico e aplicação ou não do herbicida sulfentrazone. Após o preparo do solo aplicou-se à superfície o herbicida. Posteriormente, procedeu-se a semeadura da espécie fitorremediadora C. ensiformis. Aos 75 dias após a emergência (DAE) foram colhidas amostras da parte aérea, raiz e de solo. Todo material colhido foi congelado a aproximadamente -20ºC e, em seguida determinou-se a acumulação do herbicida na planta e no solo por meio da cromatografia. Na segunda etapa, foi semeado o Pennisetum glaucum (L.) (milheto), planta indicadora de resíduo de sulfentrazone no solo, e foram realizadas avaliações biométricas aos 30 e 60 DAE. Não foi encontrado resíduo de sulfentrazone na parte aérea e raízes da espécie fitorremediadora avaliada, todavia detectou-se no solo. O aumento nos níveis do composto orgânico contribuiu para o crescimento e acúmulo de biomassa do milheto, quando cultivado em sucessão a espécie fitorremediadora C. ensiformis, no entanto, não favoreceu a fitorremediação.

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Biografia do Autor

Evelyn Trevisan, Universidade Federal do Espírito Santo

Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas, Centro Universitário Norte do Espírito Santo, Universidade Federal do Espírito Santo, São Mateus, Espírito Santo, Brasil, Rod. BR 101 Norte, Km 60, Bairro Litorâneo, CEP: 29932-540.

Alessandra Ferreira Belo, Universidade Federal do Espírito Santo

Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas, Centro Universitário Norte do Espírito Santo, Universidade Federal do Espírito Santo, São Mateus, Espírito Santo, Brasil, Rod. BR 101 Norte, Km 60, Bairro Litorâneo, CEP: 29932-540.

Fábio Ribeiro Pires, Universidade Federal do Espírito Santo

Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas, Centro Universitário Norte do Espírito Santo, Universidade Federal do Espírito Santo, São Mateus, Espírito Santo, Brasil, Rod. BR 101 Norte, Km 60, Bairro Litorâneo, CEP: 29932-540.

Robson Bonomo, Universidade Federal do Espírito Santo

Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas, Centro Universitário Norte do Espírito Santo, Universidade Federal do Espírito Santo, São Mateus, Espírito Santo, Brasil, Rod. BR 101 Norte, Km 60, Bairro Litorâneo, CEP: 29932-540.

Douglas Gomes Viana, Universidade Federal do Espírito Santo

Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas, Centro Universitário Norte do Espírito Santo, Universidade Federal do Espírito Santo, São Mateus, Espírito Santo, Brasil, Rod. BR 101 Norte, Km 60, Bairro Litorâneo, CEP: 29932-540.

Fernando Barboza Egreja Filho, Universidade Federal de Minas Gerais

Departamento de Química, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, Av. Antonio Carlos, 6627, Pampulha, CEP: 31270-901.

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Publicado

2016-12-10

Edição

Seção

Dinâmica de herbicidas no ambiente