SELETIVIDADE DE HERBICIDAS PRÉ-EMERGENTES AO EUCALIPTO E PINUS APLICADOS ANTES OU APÓS O PLANTIO
Palavras-chave:
Indaziflam, fitotoxicidade, época de aplicação, Pinus caribaea var. hondurensis, Eucalyptus urograndisResumo
Fatores como formulação, dose, tecnologia de aplicação, características do solo, espécie e temperatura, influenciam na seletividade de herbicidas, sendo que culturas como as do eucalipto e pinus são carentes de produtos registrados. Com o objetivo de avaliar a seletividade de herbicidas pré-emergentes aplicados antes ou depois do plantio de eucalipto e pinus, este trabalho testou as modalidades de aplicação “aplique-plante” (AP) e “plante-aplique” (PA) em Eucalyptus urograndis – Clone 1407 e Pinus caribaea var. hondurensis para cinco ingredientes ativos: flumioxazina 90 g i.a. ha-1, indaziflam 75 g i.a. ha-1, isoxaflutol 150 g i.a. ha-1, oxyfluorfen 960 g i.a. ha-1 e sulfentrazona 800 g i.a. ha-1. Dois experimentos foram conduzidos em vasos pelo período de 96 dias após a aplicação (DAA), em delineamento experimental de blocos casualizados, em cinco repetições. Os tratamentos consistiram de um fatorial 2x6. Foram feitas avaliações de fitointoxicação, altura, diâmetro e massa seca (MS) das plantas, além do calculo de taxa de crescimento absoluto. Para a MS, área foliar e altura do eucalipto, verificou-se que não houve diferença entre as modalidades de aplicação e os herbicidas testados. Para o diâmetro do pinus, não houve diferença entre os tratamentos na modalidade AP, e entre os herbicidas testados na modalidade PA. Indaziflam foi prejudicial ao pinus na modalidade AP, causando redução de 37,4% na MS aos 96 DAA, quando comparado com a modalidade PA.







