Resíduos de atrazine e de tembotrione no solo afetam o crescimento inicial da beterraba

Autores

  • Gabriel Venâncio da Silva França Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)
  • Guilherme Anthony Oliveira Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)
  • Christiane Augusta Diniz Melo Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)
  • Gustavo Soares Silva Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)
  • Gabriella Daier Oliveira Pessoa Carneiro Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)
  • Daniel Valadão Silva Universidade Federal Rural do Semi-Árido
  • Marcelo Rodrigues Reis Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v15i2.445

Palavras-chave:

Beta vulgaris, carryover, herbicidas

Resumo

O cultivo da beterraba é frequentemente realizado em sistema de rotação de culturas com cereais como o milho. Neste caso, herbicidas com efeito residual aplicados durante o cultivo do milho podem prejudicar o estabelecimento e o crescimento da beterraba cultivada em sucessão. Diante disso, três experimentos foram conduzidos em casa de vegetação para avaliar o efeito residual dos herbicidas atrazine e tembotrione, isolados ou em mistura, sobre o crescimento inicial da beterraba. Os tratamentos consistiram de seis doses correspondentes a 0, 10, 20, 30, 40 e 50% da dose recomendada. As avaliações realizadas foram: intoxicação das plantas, matéria seca da parte aérea e índice SPAD. O atrazine e tembotrione provocaram efeito negativo sobre o crescimento inicial da beterraba, apresentando redução nos valores de matéria seca da parte aérea e do índice SPAD, bem como aumento da intoxicação com o incremento das doses. Quando os herbicidas foram aplicados em mistura o efeito foi potencializado, causando a morte das plantas nas maiores doses (40 e 50%). Em função desses resultados, o cultivo de beterraba após a aplicação de atrazine e, ou tembotrione na cultura do milho pode tornar-se inviável devido ao potencial de carryover nessas situações.

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Biografia do Autor

Gabriel Venâncio da Silva França, Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)

Discente do curso de Agronomia da UFV - Campus Rio Paranaíba (MG)

Guilherme Anthony Oliveira, Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)

Discente do curso de Agronomia da UFV - Campus Rio Paranaíba (MG)

Christiane Augusta Diniz Melo, Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)

Doutora em Fitotecnia pela UFV. Atualmente é bolsista de pós-doutorado na UFV - Campus Rio Paranaíba

Gustavo Soares Silva, Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)

Mestrando do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa

Gabriella Daier Oliveira Pessoa Carneiro, Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Agronomia - Produção Vegetal da Universidade Federal de Viçosa, Campus Rio Paranaíba (MG)

Daniel Valadão Silva, Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Docente da Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Marcelo Rodrigues Reis, Universidade Federal de Viçosa (UFV-MG)

Docente da Universidade Federal de Viçosa, Campus Rio Paranaíba (MG)

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Publicado

2016-06-15

Edição

Seção

Dinâmica de herbicidas no ambiente