Seletividade de associações herbicidas aplicadas em pós-emergência do milho cultivado em segunda safra
DOI:
https://doi.org/10.7824/rbh.v22i1.826Keywords:
Atrazine, controle químico, Mesotrione, Nicosulfuron, Zea maysAbstract
Introdução: A interferência das plantas daninhas no milho consiste em um dos principais entraves para a obtenção de altas produtividades nesta cultura. Neste contexto, o uso de herbicidas se constitui no principal método de controle, podendo repercutir em grande êxito ao agricultor se empregado na época (estádio) e doses recomendadas.
Objetivo: O objetivo deste trabalho foi avaliar a seletividade de associações herbicidas aplicadas em aplicação de pós-emergência do milho cultivado em condições de segunda safra.
Métodos: Foi instalado um experimento a campo no delineamento de blocos completos ao acaso, avaliando-se onze tratamentos, sendo adotadas quatro repetições. Os tratamentos foram compostos pela aplicação em pós-emergência do milho de herbicidas isolados, em misturas comercialmente formuladas e/ou em misturas em tanque, havendo na composição destes os seguintes ingredientes ativos: nicosulfuron, mesotrione e atrazine. Na ocasião da aplicação dos tratamentos, as plantas de milho estavam no estádio V3/V4. Foram realizadas avaliações de fitointoxicação, estande de plantas, altura de inserção da espiga, componentes de rendimento e produtividade de grãos.
Resultados: Os níveis de fitointoxicação foram baixos em função da aplicação dos tratamentos herbicidas em pós-emergência do milho. De maneira geral, a mistura formulada à base de atrazine + mesotrione proporciona menor fitotoxicidade em relação à mistura em tanque destes ingredientes ativos. Os componentes de rendimento relacionados às espigas do milho não foram afetados pela aplicação dos herbicidas em pós-emergência.
Conclusões: Todos os herbicidas aplicados em pós-emergência das plantas de milho, independentemente se utilizados de forma isolada ou em associação, são seletivos para esta cultura.







