Controle químico e mecânico de plantas daninhas em áreas em recuperação

Autores

  • Vinícius Morais Machado Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
  • José Barbosa Santos Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
  • Israel Marinho Pereira Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
  • Cássia Michelle Cabral Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
  • Rodrigo Oliveira Lara Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
  • Cristiany Silva Amaral Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v11i2.153

Palavras-chave:

glyphosate, paraquat, coeficiente metabólico

Resumo

Objetivou-se com este trabalho avaliar os efeitos da aplicação dos herbicidas glyphosate e paraquat comparado à roçada, visando o controle de gramíneas invasoras em áreas degradadas. Para o presente estudo, a área foi dividida em dois ambientes com diferentes valores de resistência à penetração do solo e de massa da matéria fresca da parte aérea das plantas. Em cada ambiente foram selecionadas cinco parcelas de 6x6 m². Cada parcela foi dividida em quatro subparcelas que receberam os tratamentos: glyphosate (1,44 kg ha-1), paraquat (0,40 kg ha-1), roçada mecanizada e tratamento controle (sem aplicação de herbicida e roçada). As avaliações realizadas compreenderam mensurações da radiação fotossinteticamente ativa interceptada pela gramínea após aplicação dos tratamentos, bem como a estimativa da atividade microbiana do solo em função dos ambientes estudados e uma área controle. Verificou-se que a roçada é o tratamento que permite maior incidência de luz no solo e a aplicação de paraquat a que permite menor incidência de luz. Nas parcelas tratadas com paraquat praticamente não houve a chegada de novas espécies e sim brotações das espécies antes presentes. Os maiores índices do coeficiente metabólico foram encontrados nos ambientes a serem recuperados. Contudo, outras técnicas de recuperação devem ser adotadas concomitantemente ao manejo para o controle de espécies daninhas.

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Biografia do Autor

Vinícius Morais Machado, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

Engenheiro Florestal, Mestrando no Programa de Pós Graduação em Ciência Florestal, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - Campus JK - Rodovia MGT 367 – KM 583, Nº 5000 – Alto da Jacuba – 39100-000. Diamantina, MG.

José Barbosa Santos, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

Engenheiro Agrônomo, doutor, professor. do curso de Agronomia, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - Campus JK - Rodovia MGT 367 – KM 583, Nº 5000 – Alto da Jacuba – 39100-000. Diamantina, MG.

Israel Marinho Pereira, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

Engenheiro Florestal, doutor, professor do curso de Engenharia Florestal, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - Campus JK - Rodovia MGT 367 – KM 583, Nº 5000 – Alto da Jacuba – 39100-000. Diamantina, MG.

Cássia Michelle Cabral, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

Bióloga, Mestranda no Programa de Pós Graduação em Ciência Florestal, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - Campus JK - Rodovia MGT 367 – KM 583, Nº 5000 – Alto da Jacuba – 39100-000. Diamantina, MG.

Rodrigo Oliveira Lara, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

Engenheiro Florestal, Mestrando no Programa de Pós Graduação em Ciência Florestal, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - Campus JK - Rodovia MGT 367 – KM 583, Nº 5000 – Alto da Jacuba – 39100-000. Diamantina, MG.

Cristiany Silva Amaral, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

Engenheiro Florestal, Mestrando no Programa de Pós Graduação em Ciência Florestal, Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - Campus JK - Rodovia MGT 367 – KM 583, Nº 5000 – Alto da Jacuba – 39100-000. Diamantina, MG.

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Publicado

2012-08-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas