Associações entre glifosato e herbicidas pós-emergentes para o controle de trapoeraba em soja RR®

Autores

  • Sidnei Roberto Marchi Universidade Federal de Mato Grosso / Campus Universitário do Araguaia
  • Daniel Bogorni UFMT
  • Leandro Biazzi Agronorte Pesqisa e Sementes
  • José Ricardo Bellé UFMT

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v12i1.173

Palavras-chave:

soja transgênica, fitotoxicidade, seletividade, planta daninha

Resumo

Este trabalho teve o objetivo de avaliar a seletividade e a eficácia da associação do glifosato com herbicidas pós-emergentes no controle de trapoeraba na cultura da soja Roundup Ready®. Para tanto, o experimento foi instalado no delineamento de blocos ao caso, com quatro repetições, onde os tratamentos foram constituídos de quatro doses do herbicida cloransulam-metil (10, 20, 30 e 40 g ha-1), quatro doses do herbicida clorimurom-etílico (2,5, 5,0, 7,5 e 10,0 g ha-1), imazetapir a 100 g ha-1 e lactofen a 72 g ha-1, todos estes utilizados em associação com o herbicida glifosato a 960 g ha-1. Também foram incluídas três testemunhas, sendo aplicação única do herbicida glifosato a 960 g ha-1, aplicação sequencial do glifosato a 960/ 960 g ha-1 e testemunha geral sem capina. Os resultados demonstraram que apenas a aplicação única do herbicida glifosato a 960 g ha-1 e sua associação com as menores doses de cloransulam-metil (10 g ha-1) e clorimurom-etílico (2,5 g ha-1) não proporcionaram controle efetivo da trapoeraba. Todos os tratamentos herbicidas não influenciaram na produtividade da soja RR®, embora a associação do glifosato com a maior dose de clorimurom-etílico (10 g ha-1) tenha proporcionado redução significativa no peso de 1000 grãos de soja.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2013-04-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas