Curvas de dose-resposta e eficácia de herbicidas inibidores da enzima ALS aplicados em pré-emergência sobre espécies de Amaranthus

Autores

  • Alessandra Constantin Francischini Universidade Estadual de Maringá
  • Rubem Silverio Oliveira Junior
  • Jamil Constantin
  • Gizelly Santos
  • Hudson Kagueyama Takano
  • Luiz Henrique Morais Franchini
  • Guilherme Braga Pereira Braz

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v12i1.195

Palavras-chave:

trifloxysulfuron-sodium, pyrithiobac-sodium, suscetibilidade

Resumo

Plantas daninhas do gênero Amaranthus podem causar grandes perdas de produtividade nas culturas de interesse econômico se não controladas corretamente, entre elas do algodoeiro. Para que isso não aconteça é necessário a correta identificação das espécies, além da adequação de herbicidas e doses a serem utilizadas. Assim, o objetivo deste trabalho foi desenvolver as curvas de dose-resposta de herbicidas inibidores da enzima ALS (trifloxysulfuron-sodium e pyrithiobac-sodium) aplicados em pré-emergência, afim de verificar a eficácia de controle sobre espécies de Amaranthus (A. hybridus, A. viridis, A. lividus e A. deflexus) e a diferença de suscetibilidade entre elas. Para cada herbicida foram conduzidos experimentos isolados, onde as doses utilizadas em g ha-1 foram: 0,0; 1,8; 3,7; 7,5; 15,0 e 30,0 para trifloxysulfuron-sodium e 0; 35; 70; 140; 280 e 560 para pyrithiobac-sodium, equivalentes a 0, ¼, ½, 1, 2 e 4 vezes a dose comercial recomendada para solos de textura franco-argilosa. Os resultados indicaram que as doses utilizadas nas curvas de dose-respostas de trifloxysulfuron-sodium e pyrithiobac-sodium proporcionaram controles acima de 80% para todas as espécies de Amaranthus, caracterizando a possibilidade de utilização dos herbicidas em aplicações em pré-emergência. Houve diferença de suscetibilidade entre as espécies de Amaranthus, sendo A. hybridus e A. lividus as mais suscetíveis a ambos herbicidas.

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Biografia do Autor

Alessandra Constantin Francischini, Universidade Estadual de Maringá

Engenheira Agrônoma, formada pela Universidade Estadual de Maringá - UEM - PR. Foi bolsista PIBIC-CNPQ, com a tutoria da Professora Doutora Emy Luiza Ishii Iwamoto. Participou de projetos de pesquisa na área de Bioquímica, Tecnologia de Aplicação e Plantas Daninhas, desenvolveu trabalhos na área de fitotecnica com ênfase em alelopatia e controle alternativo de plantas daninhas, sob orientação da Professora Dra. Emy Luiza Ishii Iwamoto. Atualmente, é bolsista CAPES, como aluna de mestrado pelo Programa de Pós-graduação em Agronomia da Universidade Estadual de Maringá- PR, na área de Fitotecnia,com controle de Plantas Daninhas. Tem como orientador o Professor Dr. Jamil Constantin.

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Publicado

2013-04-10

Edição

Seção

Resistência de plantas daninhas a herbicidas