Eficiência de herbicidas na supressão de rebrote de touceiras de capim-amargoso

Autores

  • Alexandre Peternela
  • Antonio Mendes de Oliveira Neto Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Naiara Guerra
  • Nadia Cristina de Oliveira
  • Eduardo Leonel Bottega
  • Cleber Daniel de Goes Maciel

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v13i1.241

Palavras-chave:

Digitaria insularis, supressão de rebrote, resistência ao glyphosate

Resumo

O capim-amargoso (Digitaria insularis) é uma espécie originaria das Américas, nas regiões tropicais e subtropicais. Em áreas onde há uso contínuo de glyphosate, plantas entouceiradas e com rizomas tornam-se de difícil controle, podendo ocorrer rebrotes após os tratamentos. Este trabalho objetivou avaliar a eficiência de diferentes tratamentos herbicidas em suprimir a rebrota de D. insularis. O experimento foi conduzido no município de Nova Aurora - PR, nos meses de julho e agosto de 2013. Os tratamentos utilizados foram testemunha sem herbicida, glyphosate + clethodim, glyphosate + imazethapyr e glyphosate + clethodim + s-metolachlor. Utilizou-se um pulverizador de precisão a CO2, munido de pontas do tipo leque ADIA 110.02. As avaliações foram realizadas aos 21, 28 e 35 dias após a aplicação (DAA). Os resultados mostraram que todos os tratamentos apresentaram êxito na supressão da rebrota de D. insularis, em relação à testemunha que não recebeu herbicida.

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Biografia do Autor

Antonio Mendes de Oliveira Neto, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Titulou-se Engenheiro Agrônomo pela Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista-ESAPP. Mestre em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá Atualmente é aluno de doutorado do Programa de Pós-graduação em Agronomia da Universidade Estadual de Maringá - UEM. Concentra suas pesquisas em biologia e manejo de plantas daninhas, e tecnologia de aplicação de herbicidas.

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Publicado

2014-04-10

Edição

Seção

Comunicação Científica