Alterações fisiológicas na cultura do tomateiro devido à deriva simulada de herbicidas

Autores

  • Ana Claudia Langaro Universidade Federal de Pelotas
  • Marcos André Nohatto Universidade Federal de Pelotas
  • Lais Tessari Perboni Universidade Federal de Pelotas
  • Camila Peligrinotti Tarouco Universidade Federal de Pelotas
  • Dirceu Agostinetto Universidade Federal de Pelotas

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v13i1.282

Palavras-chave:

Lycopersicum esculentum, clomazona, glifosato, estresse oxidativo, metabolismo secundário

Resumo

A deriva acidental pode ocorrer como consequência da aplicação de herbicidas. No entanto, pouco se sabe em relação às alterações fisiológicas nas culturas em função da deriva de herbicidas. O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da deriva simulada dos herbicidas glifosato e clomazona na cultura do tomateiro. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado e os tratamentos arranjados em esquema fatorial, onde o fator A comparou os herbicidas (glifosato e clomazona) e o fator B as doses (0; 12,5; 25; 37,5 e 50% da dose comercial). Foram avaliados: conteúdo de fenóis totais, teores de clorofilas (a, b e total) e carotenoides, peroxidação lipídica e extravasamento de eletrólitos. O aumento da dose dos herbicidas resultou em aumento do conteúdo de fenóis totais e maior extravasamento de eletrólitos nas plantas. A deriva do herbicida glifosato resulta em redução dos pigmentos fotossintéticos e ocasiona maior peroxidação lipídica das membranas na cultura do tomate, comparado ao clomazona. Pode-se concluir que a deriva acidental altera o metabolismo das plantas de tomate, acarretando estresse oxidativo.

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Biografia do Autor

Ana Claudia Langaro, Universidade Federal de Pelotas

Engenheira Agrônoma, aluna do Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade da Universidade Federal de Pelotas.

Marcos André Nohatto, Universidade Federal de Pelotas

Engenheiro Agrônomo, Mestre, aluno do Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade da Universidade Federal de Pelotas.

Lais Tessari Perboni, Universidade Federal de Pelotas

Engenheira Agrônoma, aluna do Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade da Universidade Federal de Pelotas.

Camila Peligrinotti Tarouco, Universidade Federal de Pelotas

Engenheira Agrônoma, Mestre, aluna do Programa de Pós-Graduação em Fitossanidade da Universidade Federal de Pelotas.

Dirceu Agostinetto, Universidade Federal de Pelotas

Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitotecnia, Professor da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel da Universidade Federal de Pelotas. Bosista em produtividade do CNPq.

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Publicado

2014-04-10

Edição

Seção

Fisiologia e bioquímica de herbicidas