Deposição da calda e eficácia de controle de glyphosate e saflufenacil associados a adjuvantes

Autores

  • Edicarlos Batista Castro Universidade Estadual Paulista - UNESP
  • Caio Antonio Carbonari Universidade Estadual Paulista - UNESP
  • Edivaldo Domingues Velini Universidade Estadual Paulista - UNESP
  • Ronei Ben Universidade estadual Paulista - UNESP
  • Diego Belapart Universidade Estadual Paulista - UNESP
  • Giovanna Larissa Gimenes Cotrick Gomes Universidade Estadual Paulista - UNESP
  • Gabrielle de Castro Macedo Universidade estadual Paulista - UNESP

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v16i2.508

Palavras-chave:

Commelina benghalensis, Ipomoea triloba, planta daninha, tecnologia de aplicação

Resumo

O extensivo uso de glyphosate tem selecionado plantas daninhas de difícil controle e uma das alternativas para contornar este problema é a associação de diferentes herbicidas e adjuvantes ao glyphosate. Objetivou-se avaliar os efeitos na deposição e eficácia dos herbicidas saflufenacil e glyphosate isolados ou em mistura com adição de adjuvantes aplicados em pós-emergência de plantas de trapoeraba e corda-de-viola. Os experimentos foram realizados em casa de vegetação. Adotou-se esquema fatorial 3x5 no primeiro experimento para cada espécie, em que o fator A correspondeu à combinação entre os herbicidas glyphosate, saflufenacil e glyphosate + saflufenacil e o fator B a adição dos adjuvantes Natur’al óleo®, Assist®, Aterbane® e Silwet L–77®. No segundo experimento o adjuvante Dash® foi adicionado, desta forma, adotou-se um esquema fatorial 3x6. Os herbicidas apresentaram deposição semelhante mesmo com a adição dos adjuvantes. A deposição das caldas não influenciou o controle das plantas de trapoeraba e corda-de-viola. O uso isolado do glyphosate, mesmo em mistura com os adjuvantes, não resultou em controle satisfatório das plantas de trapoeraba. No entanto, a pulverização do saflufenacil isolado ou em mistura com glyphosate proporcionou um melhor controle de ambas as plantas daninhas estudadas.

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Biografia do Autor

Edicarlos Batista Castro, Universidade Estadual Paulista - UNESP

Possui graduação em Agronomia (2013) pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestrado em Agronomia / Proteção de Plantas (2015) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Atualmente é Doutorando em Agronomia / Proteção de Plantas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP).

Caio Antonio Carbonari, Universidade Estadual Paulista - UNESP

Possui Graduação em Agronomia (2004), Mestrado em Agronomia / Proteção de Plantas (2007) e Doutorado em Agronomia / Proteção de Plantas (2009) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Desenvolveu Pós-doutorado na UNESP (2011) e no Natural Products Utilization Research Unit - NPURU/ USDA - EUA (2015). É Professor do Departamento de Produção e Melhoramento Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP sendo responsável pelas disciplinas da área de Plantas Daninhas e Métodos de Controle para os cursos de graduação em Agronomia e Engenharia Florestal e de Pós-graduação em Agronomia - Agricultura e Proteção de Plantas.

Edivaldo Domingues Velini, Universidade Estadual Paulista - UNESP

Graduou-se em Engenharia Agronômica pela FCAV / UNESP em 1983. Obteve os títulos de mestre e doutor no programa de Produção Vegetal também pela FCAV / UNESP em 1989 e 1995. A dissertação e tese foram desenvolvidas nos temas matointerferência e métodos experimentais, respectivamente. Especializou-se em análise de resíduos de defensivos pela Japan International Cooperation Agency - JICA - Japão, em 1988. Pós-doutorou-se no tema alelopatia em 1995 pelo Japan International Research Center for Agricultural Sciences - JIRCAS - Japão. Com apoio da Fapesp, realizou estágio de pós-doutorado no Natural Products Utilization Research Unit - NPURU - USDA em Oxford MIssisipi em 2007/2008 em controle de rotas metabólicas tendo desenvolvido projeto específico no controle da síntese de lignina. É professor da FCA / UNESP - Botucatu desde 1985 atuando na área de Plantas Daninhas e Métodos de Controle. É Professor Titular desde 2014. Junto à FEPAF - Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais foi diretor de 1996 a 2000, Diretor Presidente 2002-2008 e Presidente do Conselho de Curadores, de 2009 a 2013. Diretor da FCA / UNESP - Botucatu de 2009-2013, tendo como principal ação a proposição em 2009 e aprovação em 2011 do Curso de Graduação em Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia. Diretor presidente da FUNDUNESP - Fundação para o desenvolvimento da UNESP desde 15 de janeiro de 2013. Foi um dos instituidores da Prospecta - Incubadora Tecnológica de Botucatu em 2005. Atua como como Diretor Científico do Parque Tecnológico Botucatu, que tem como ênfase: Biotecnologia e Bioprocessos. Foi nomeado presidente da CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, para o período de 31 de outubro de 2013 a 31 de outubro de 2015.

Ronei Ben, Universidade estadual Paulista - UNESP

Mestrado em Agronomia-Agricultura, pela Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Campus de Botucatu.Graduado em Engenharia Agronômica pela Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, campus Tangará da Serra. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em manuseio de agrotóxicos e matologia.

Diego Belapart, Universidade Estadual Paulista - UNESP

Graduado em Engenharia Agronômica pela Universidade de Marília - UNIMAR. Possuindo experiência na área de Agronomia com ênfase em Fitotecnia. Aluno Regular do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (AGRICULTURA),Curso de Mestrado na Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho" campus de Botucatu-SP.

Giovanna Larissa Gimenes Cotrick Gomes, Universidade Estadual Paulista - UNESP

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual Paulista (2008), sendo bolsista de iniciação científica da Fapesp. Possui mestrado em Agronomia, no programa de Proteção de Plantas e doutorado no programa Agricultura. Tem como principais áreas de atuação o modo de ação de herbicidas, metabolismo secundário de plantas e dinâmica ambiental de herbicidas.

Gabrielle de Castro Macedo, Universidade estadual Paulista - UNESP

Engenheira Agrônoma, formada pela Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira/Unesp. Mestre em Agronomia pelo Programa de Pós-Graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) da Faculdade de Ciências Agronômicas de Botucatu/UNESP. Doutoranda em Agronomia pelo Programa de Pós-Graduação em Agronomia (Agricultura) da Faculdade de Ciências Agronômicas de Botucatu/UNESP. Possui experiência na área de Matologia, Entomologia, Manejo e Tratos Culturais de grandes culturas.

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Publicado

2017-06-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas