Fitorremediação de solo contaminado com herbicidas inibidores de FSII e de ALS

Autores

  • Leandro Galon Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS-RS)
  • Felipe Nonemacher Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim
  • Luciane Renata Agazzi luci_agazzi@hotmail.com
  • Renan Carlos Fiabane Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim
  • César Tiago Forte Mestrando no PPGCTA da UFFS
  • Milena Barretta Franceschetti Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim
  • Gismael Francisco Perin Professor da UFFS, Campus Erechim

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v16i4.586

Palavras-chave:

carryover, fitorremediação de solo, sustentabilidade dos agroecossistemas

Resumo

Ao se usar herbicidas para o controle de plantas daninhas esses produtos podem permanecer no solo e causar problemas em culturas cultivadas em sucessão, processo esse conhecido como carryover. Pode-se usar como alternativa, para descontaminação de solos com herbicidas a técnica da fitorremediação. Sendo assim, objetivou-se com o trabalho avaliar o potencial fitorremediador das espécies, ervilhaca, nabo, centeio, soja-preta e capim-colonião cultivadas em solos contaminados com atrazine e chlorimuron-ethyl + sulfometuron-methyl. Os herbicidas foram aplicados em pré emergência das espécies, sendo instalados dois experimentos. No primeiro ensaio testou-se o potencial fitorremediador das espécies e no segundo usou-se o pepino como cultura bioindicadora para comprovar se houve a despoluição do solo. As variáveis avaliadas aos 40 dias após e emergência (DAE) foram: fitotoxicidade (%), altura (cm) e a massa seca da parte aérea das plantas (g). A mistura chlorimuron-ethyl + sulfometuron-methyl causou os maiores sintomas de fitotoxicidade tanto nas espécies fitorremediadoras, como para a cultura bioindicadora. Os resultados demonstram que a soja preta apresentou maior potencial de fitorremediação de solo contaminado com chlorimuron-ethyl + sulfometuron-methyl e o capim-colonião foi a espécie que demonstrou potencial satisfatório como planta fitorremediadora de solo contaminado com atrazine. O pepino teve maior crescimento quando se usou o capim-colonião como planta fitorremediadora de solo tratado com atrazine, principalmente nas maiores doses aplicadas. Até a dose recomendada o centeio apresentou capacidade de despoluir o solo tratado com chlorimuron-ethyl + sulfometuron-methyl.

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Biografia do Autor

Leandro Galon, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS-RS)

Pós Doutor em Fitotecnia - Universidade Federal de Viçosa, atual professor de Herbologia e de Culturas de verão e de inverno da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim/RS.

Felipe Nonemacher, Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim

Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim

Luciane Renata Agazzi, luci_agazzi@hotmail.com

Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim

Renan Carlos Fiabane, Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim

Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim

César Tiago Forte, Mestrando no PPGCTA da UFFS

Eng. Agr. e atual Mestrando no PPGCTA da UFFS

Milena Barretta Franceschetti, Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim

Aluno de Agronomia da UFFS, Campus Erechim

Gismael Francisco Perin, Professor da UFFS, Campus Erechim

Professor da UFFS, Campus Erechim

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Publicado

2017-12-10

Edição

Seção

Dinâmica de herbicidas no ambiente