Tolerância inicial de feijão-caupi a herbicidas aplicados em pré-emergência

Autores

  • Luiz Fernando Ribeiro Junior Discente do Programa Pós-graduação em Produção Vegetal (PPGPV) da Universidade de Rio Verde (UniRV)
  • Tulio Porto Gonçalo GAPES
  • Bruna Ferreira Sousa IFGoiano
  • John Lennon Basílio da Costa Universidade de Rio Verde

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v17i3.603

Palavras-chave:

Fitointoxicação, plante aplique, seletividade

Resumo

As plantas daninhas quando não são bem manejadas podem causar percas de mais de 90% na produção final da cultura. Para o cultivo do feijão-caupi existem certas dificuldades para o controle destas, pois não se têm herbicidas pré-emergentes registrados para a cultura. Com isso este trabalho teve como objetivo avaliar a tolerância inicial do feijão-caupi a aplicação de herbicidas em pré-emergência da cultura. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado, com três repetições. Os tratamentos avaliados foram: sulfentrazone (200 g ha-1), S-metolachlor (768 g ha1 ), [clomazone + carfentrazone] ([480 + 12] g ha-1), imazethapyr (40 g ha-1), [flumioxazin + imazethapyr] ([100 + 50] g ha-1), diclosulam (25 g ha-1), cloransulam (30 g ha-1), flumioxazin (50 g ha-1), sulfentrazone + S-metolachlor (200 + 768 g ha-1) e uma testemunha. Todos os herbicidas foram aplicados após a semeadura do feijão-caupi. Foram realizadas avaliações de fitointoxicação, contagem de plantas, altura de plantas, massa seca da parte aérea e raiz. A mistura dos herbicidas sulfentrazone + S-metolachlor promoveu danos irreversíveis a cultura. O feijão-caupi não possui tolerância ao flumioxazin ou a misturas que envolvam a utilização deste herbicida. Pode se observar que o feijão-caupi apresentou tolerância intermediária aos herbicidas sulfentrazone e diclosulam. Os herbicidas S-metolachlor, imazethapyr e cloransulam apresentaram potencial de uso em aplicações em pré-emergência da cultura do feijão-caupi.

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Biografia do Autor

Luiz Fernando Ribeiro Junior, Discente do Programa Pós-graduação em Produção Vegetal (PPGPV) da Universidade de Rio Verde (UniRV)

Engenheiro Agrônomo formado na Universidade de Rio Verde (2018). Discente do Programa Pós-graduação em Produção Vegetal (PPGPV) da Universidade de Rio Verde (UniRV).

Tulio Porto Gonçalo, GAPES

Coordenador de Pesquisa GAPES

Bruna Ferreira Sousa, IFGoiano

Acadêmica de Graduação em Agronomia no IFGoiano.

John Lennon Basílio da Costa, Universidade de Rio Verde

Engenheiro Agrônomo formado na Universidade de Rio Verde (2018). Discente do Programa Pós-graduação em Produção Vegetal (PPGPV) da Universidade de Rio Verde (UniRV).

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Publicado

2018-09-10

Edição

Seção

Comunicação Científica