Manejo de Conyza bonariensis com glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate em função do estádio de desenvolvimento

Autores

  • Antonio Mendes de Oliveira Neto Universidade Estadual de Maringá-UEM
  • Naiara Guerra Universidade Estadual de Maringá
  • Hugo de Almeida Dan Universidade Estadual de Maringá
  • Guilherme Braga Pereira Braz Universidade Estadual de Maringá
  • Talita Mayara de Campos Jumes Universidade Estadual de Maringá
  • Gizelly Santos Universidade Estadual de Maringá
  • Jamil Constantin Universidade Estadual de Maringá
  • Rubem Silvério de Oliveira Júnior Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v9i3.87

Palavras-chave:

buva, controle químico, rebrota, resistência

Resumo

        O conhecimento do estádio em que a planta daninha é mais suscetível ao controle químico é parte fundamental para o manejo integrado de plantas daninhas. No caso específico da C. bonariensis, que é uma planta daninha de difícil controle, este conhecimento exerce influência direta na eficiência dos herbicidas. Desta forma, objetivou-se na presente pesquisa avaliar a eficiência dos herbicidas glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate no controle de C. bonariensis aplicados em diferentes estádios de desenvolvimento. Os tratamentos foram dispostos em esquema fatorial 2x5, no qual o primeiro fator foi representado por glyphosate + 2,4-D (960+496 g ha-1) e amônio-glufosinate (400 g ha-1) e o segundo por diferentes estádios de desenvolvimento das plantas de C. bonariensis (cotiledonar ou 0, 7, 14, 21 e 28 cm de altura). Para cada estádio de desenvolvimento das buvas foi utilizada uma testemunha, para a avaliação da eficiência de controle dos herbicidas e comparação da massa seca. O estádio de desenvolvimento das plantas de buva no momento da aplicação afeta significativamente a eficiência dos herbicidas glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate. Excelentes controles desta espécie ocorreram quando as aplicações de glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate foram realizadas nas plantas com altura inferiores a 6 cm. Controle satisfatório de C. bonariensis foi obtido quando as plantas encontravam-se com altura máxima de 10 e 11 cm no momento da aplicação dos herbicidas glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate, respectivamente.

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Biografia do Autor

Antonio Mendes de Oliveira Neto, Universidade Estadual de Maringá-UEM

Titulou-se Engenheiro Agrônomo pela Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista-ESAPP. Atualmente é aluno de mestrado do Programa de Pós-graduação em Agronomia da Universidade Estadual de Maringá - UEM. Concentra suas pesquisas em biologia e manejo de plantas daninhas, e tecnologia de aplicação de herbicidas.

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Publicado

2010-12-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas